segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

(Des)sonolência 1

Vou escavar meu peito pra sangrar esta paixão profana,
E assim voltar a minha insana convicção de que poeta não ama.
Carrega consigo o peso do mundo,
Pois prosa lhe cabe, mas dos verdadeiros sentimentos
é privado, banido, gozado.

Poeta só sente a tristeza de falar e não sentir.

Nenhum comentário:

Postar um comentário